30/09

O Museu do Sertão é parada certa para quem vai a Petrolina. Seu acervo com mais de três mil objetos ajuda a resgatar, preservar e contar a história do homem sertanejo da região. O funcionamento é de terça a sábado, das 9 às 17h e aos domingos, das 9 às 14h.

Para facilitar a visualização, os objetos - fósseis, vestimentas, máquinas, meios de transporte, espécies de flora e fauna e relíquias sagradas -  estão divididos em alas e coleções que, juntas, dão uma ideia geral da vida sertaneja em relação a meio ambiente, cultura indígena, artesanato, moradia rural, valores da economia, da política e da religião.

Chama atenção a reprodução do interior de uma casa sertaneja do início do século 20, com moveis da época, fogão à lenha e armas usadas para caça e defesa. Outros destaques são a ala de Recursos Naturais com exemplares de minerais, rochas e fósseis do período cretáceo -  quando o sertão era mar - , e o Jardim Sertanejo, inspirado no bioma da caatinga. 

Personagens importantes da história da cidade também são lembrados com peças próprias no acervo, como roupas de Dom Malan, primeiro bispo de Petrolina e a máquina de escrever de Joãozinho do Pharol, dono do primeiro jornal da cidade. Até Lampião, Rei do Cangaço, tem seu espaço no Museu com objetos pessoais. Uma viagem no tempo que vale ser feita.